A história por trás dos doces: Como surgiu a tradição de Cosme e Damião?

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COLUNA DO PAULINHO

Irmãos gêmeos eram médicos e atendiam pessoas carentes

Sacolinhas de papel recheadas com paçocas, marias-moles, suspiros e bananadas. Pipoca doce, doce de abóbora e de batata doce. As guloseimas são convidadas que não podem faltar nas festividades em celebração a Cosme e Damião, santos da Igreja Católica lembrados como padroeiros dos médicos e farmacêuticos; mas, qual é a relação dos irmãos com as iguarias?

A história das sacolinhas começa na cidade de Egéia, na Arábia, onde nasceram os irmãos Cosme e Damião, por volta de 260 depois de Cristo. Apesar dos boatos, não existem confirmações de que eram gêmeos. A família dos dois tinha fortes tradições católicas, que foram passadas a eles durante a infância e juventude.

Cosme e Damião, ainda jovens, decidiram estudar medicina e foram para a Síria, que, na época, era uma província do Império Romano, para iniciar a aprendizagem. Após diplomados, passaram a exercer atendimento à população carente das redondezas de onde viviam.

Os irmãos usavam a fé, unida aos conhecimentos científicos, como poder de cura. Como forma de caridade e amor, eles realizavam tratamentos para as pessoas que não podiam pagar. Para as crianças doentes, davam balas para a amenizar o sofrimento.

“Os irmãos não cobravam absolutamente nada pelos tratamentos, mas tudo faziam com caridade e dedicação. A fama de Cosme e Damião despertou a ira do imperador Diocleciano, implacável perseguidor do povo cristão. O governador deu ordens imediatas para que os dois médicos cristãos fossem presos, acusados de feitiçaria e de usarem meios diabólicos em suas curas”, conta Antônio Leão, que é padre da Igreja Católica em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio.

Os irmãos foram torturados e mortos por se negarem a aceitar os padrões religiosos do imperador romano. Hoje santificados, Cosme e Damião são lembrados, através dos doces que costumavam distribuir como exemplos de solidariedade e cuidado.

Restaurante 18 Mediterrâneo inaugura em Balneário Camboriú

 O conceito é inédito na região. Inspirado nos 18 países banhados pelo Mar Mediterrâneo inaugura nesta quinta-feira (08), a partir das 19h o Restaurante 18 Mediterrâneo, com menu e drinks inspirados em ingredientes típicos daquela região.

A frente do restaurante está Junior Wilhans, que já comandou o Natuzzi Lounge, na Praia Brava e trouxe para Balneário Camboriú um conceito diferenciado, algo inédito na região. O empresário adianta que ainda até o final do mês inaugura uma loja da Saccaro, anexo ao restaurante e que está em fase de acabamento.

“O conceito do 18 Mediterrâneo é diferente do que tínhamos no Natuzzi Lounge, começando pela estética, com pegada mais jovem e descolada, que é o perfil do Mediterrâneo mesmo. Embora sejam 24 países no Mediterrâneo, apenas 18 são banhados pelo mar, por isso o nome do restaurante 18 Mediterrâneo”, explicou.

O novo destino gastronômico da cidade está localizado na Rua 2870, número 110, no antigo Embraed Home. O espaço vai funcionar de quarta a domingo, sendo sábados e domingos também no almoço, mas devido ao feriado da próxima segunda feira, abrirá com horário diferenciado neste final de semana.

Nesta quinta (inauguração) e sexta, dias 08 e 09 o restaurante abrirá para o jantar. Já no sábado estará aberto do meio dia à meia noite e no domingo, das 12h às 22h. Na segunda-feira (12) abrirá para almoço.

Júnior Wilhans acredita que o 18 Mediterrâneo será um novo ponto de encontro para happy hours, num ambiente descontraído e com excelente gastronomia, apresentando um mix de boa culinária, drinks e música!