Conheça os candidatos ao Conselho Tutelar de Itapema

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Para encerrar este especial com os candidatos ao cargo de conselheiro tutelar de Itapema, a advogada Roberta Cunha Braga apresenta suas propostas. O jornal A Hora agradece a todos os candidatos e pede que a população comparece para votar, pois é muito importante.

Breve Histórico

 Meu nome é Roberta Cunha Braga, sou natural da Cidade de Franca, Estado de São Paulo, mas como moro aqui a mais de 15 anos, já me considero Itapemense de coração. Sou formada em direito, pós-graduada em direito civil e processo civil, também sou formada em arquitetura e urbanismo. Atuei como advogada na área de direito de família em Itapema antes de ser conselheira tutelar, trabalho este que exerço com muito amor desde o ano de 2016.

Por que você quer ser um conselheiro tutelar?

Como já atuo como conselheira tutelar, desejo permanecer nesse trabalho que merece todo carinho e dedicação. Quero continuar a zelar pelos direitos das crianças e adolescentes que tanto necessitam, que tiveram de alguma maneira seus direitos violados e estender esse cuidado as famílias para que estas tenham esperança de dias melhores.

Quais ações pretende apresentar junto ao conselho para resguardar o direito da criança e do adolescente?

Nesses quase quatro anos de trabalho, aprendi muita coisa (e continuo a aprender todo dia), e acredito que uma ação para ser seguida sempre é fazer todo o possível para dar condições a família de ter junto a si os filhos. Crianças e adolescentes precisam de cuidado, de amor, de compreensão e precisam sobretudo de pais que tenham estrutura para lhes dar isso.

O que pode ser melhorado no conselho atual?

Nada é tão perfeito que não possa ser melhorado e o conselho tutelar não foge a essa regra. Penso que o que pode ser melhorado não apenas no conselho tutelar, mas em todo trabalho que envolve o cuidado com crianças e adolescentes é não ficarmos estagnados e sempre ir além.

Como você avalia as políticas públicas de Itapema para a criança e o adolescente?

As políticas públicas estão se esforçando e consequentemente conseguindo realizar um trabalho diferenciado. A Secretaria de Assistência Social promove reuniões e se criou grupos para discutir problemas e apresentar soluções no que tange a assuntos ligados a criança e adolescente. Considero isso de extrema importância.

Você conhece o estatuto da criança e do adolescente?

Na sua opinião, como combater a violência contra essa faixa etária? E de suma importância conhecer e entender o estatuto, pois é a nossa cartilha para o desempenho de um bom trabalho como conselheiro tutelar. A violência contra a criança e adolescente pode vir de várias formas:  física, psicológica, sexual e institucional. Uma boa forma de ajudar no combate é a criação de campanhas de conscientização da população para identificação da violência e que sendo essas violações percebidas que sejam denunciadas ao órgão competente.