Parque industrial que não sai do papel

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Será que vai?

Com uma área de 133 mil metros quadrados, área tem 27 terrenos, um deles já está reservado para a Celesc. Projeto ficou engavetado durante anos.

O setor industrial é um grande termômetro que pode alavancar a economia de uma cidade. No campo das ideias há 14 anos. É assim que se encontra o tão esperado Parque ou Zona Industrial em Itapema.

Ele sempre é usado como promessa de campanha, mas até agora nada efetivamente. A lei nº16/2004 criava a Zona Industrial de Itapema em 2004. A instalação definitiva de um parque industrial alavancaria os empregos em nossa região e a mão de obra não ficaria refém da construção civil e do comércio.

O projeto ficou engavetado durante anos na prefeitura, passando por várias gestões. Na administração passada iniciou a abertura da rua, mas logo ficou emperrado. O projeto do Parque Industrial também é uma das promessas de campanha da atual gestão municipal.

De acordo com o secretário municipal de Obras, Osvaldo Batista Neto, a secretaria de Planejamento já finalizou o projeto do Distrito. “Iniciamos essa semana com a limpeza do local e a demarcação, tudo dentro do cronograma já planejado desde janeiro. Próximos passos são melhorar a via de acesso o que está sendo feito a partir desde a última sexta-feira, através da Secretária de Obras”, expressa o secretário.

Comissão foi formada

Na tarde da última sexta-feira, dia 27, membros do atual governo se reuniram para traçar as estratégias para o distrito industrial. A área conta com 133 mil metros quadrados e fica localizado entre o Rio da Fita e a rua 406H.

Compreende 27 terrenos. Segundo Mauricio Silva, assessor especial da secretária de Planejamento, um dos terrenos já está reservado para a Celesc, que irá fazer uma subestação no local. “O terreno foi aterrado no ano passado. Na gestão passada foi avançado apenas 20 metros adentrando a mata. Nesta atual gestão já foi avançado cerca de 350 metros de abertura. Todas as áreas serão institucionais, uma comissão foi formada por pessoas técnicas para dar continuada ao projeto.”, finaliza Silva.