Victor Savana: amor pela arte e por Itapema

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Inimitável

Morando por aqui há mais de 35 anos, o artista plástico, cenógrafo e contador de história é um amante da arte. Aos 82 anos, seu Victor Savana mantém em sua casa uma série de peças que esculpiu ao longo da vida. Boa parte de sua obra-prima é retirada de entulhos, de enchentes e de sobras da construção civil.

Clayton Amaral

A casa, ao lado da igreja Matriz, no Centro de Itapema, é um verdadeiro museu. Lá, muitas peças de vários formatos e tamanhos. Variedade também nas histórias por de trás de cada uma delas. Seu Victor Savana, nome artístico, nasceu para fazer arte. A mãe e o pai já declinavam pelas labaredas artísticas muito antes dele vir ao mundo. De origem germânica e russa, foi criado em um vilarejo italiano. Tornou-se um cidadão do mundo. Por aqui chegou em meados dos anos 80 e por aqui ficou…

“Vim para Santa Catarina atrás de novas descobertas. Cheguei em Balneário Camboriú e montei um ‘Café Paris’, onde também servia pizzas… e foi numa destas que encontrei a ruiva que me fisgaria para sempre”

Victor veio para Itapema na época que aqui era quase tudo várzea. Não tinha asfalto, não tinha prédio, era quase tudo meia dúzia de casas. Depois de separado da primeira união, com qual teve dois filhos, o artista reencontrou o amor nos braços de uma ruiva itapemense. Ana Maria Ferreira. Esse é o nome da amada. Com ela teve três filhos, hoje um orgulho para o casal (Alex, Victor e Dartaghann).


Aos 14 anos, o filho do meio, Victor, o mesmo nome do pai, surpreendeu a todos quando trouxe para casa uma grande tora de madeira. Com ela, ele esculpiu a sua primeira obra, a imagem de Netuno (rei dos mares). A verdade que a arte e o mar sempre esteve presente na vida da família de Savana. Os outros dois filhos parecem peixe, vivem dentro da água. Alex é mergulhador, Dartaghann é surfista e empreendedor. Junto com o pai, o filho mais novo ergueu, praticamente com as mãos, um sonho, o Hale’iwa Pub. Um barzinho mais que agradável, quem chega, tem a sensação de estar no Havaí;

Vale muito a pena conhecer os dois ambientes, o Hale’iwa Pub e especialmente a parte de superior, onde Victor guarda, carinhosamente, suas obras de arte. Uma espécie de galeria e museu vivo!

Savana, empreendedor

No mundo das Cervejarias: Empresários ou não, projeto inimitável, nunca visto, quase que obrigatório como ponto turístico. Previsto ótimo faturamento. Investimento simplesmente de R$ 150 mil. Casarão em forma de Catedral de pedra. Próximo do Museu do Amanhã no Rio de Janeiro.

Schwarwald – Floresta Negra – Nohall Europeu

Esta é a discrição de uma grande oportunidade onde seu Victor está à frente. Como ele já desenvolveu projetos parecidos, o artista possui um prédio no Centro do Rio de Janeiro (RJ), onde deseja tornar um ambiente de visitação e diversão. É uma ótima oportunidade. Contatos (47) 99940-7550.