Vítimas perderam tudo e pedem ajuda para recomeçar; saiba como ajudar
Há pouco dias do Natal, a residência da família de Vanessa Haas, que já atuou como secretária do nosso jornal, foi totalmente consumida por um incêndio em Itapema, aparentemente criminoso, conforme os primeiros indícios levantados pela polícia.
O fato ocorreu no último dia 19/11, onde duas casas localizadas na rua 816A, no bairro Casa Branca, ficaram destruídas pelas chamas. De acordo com Vanessa, a casa da sua mãe foi consumida em poucos minutos.
“Tudo foi destruído. Moravam na casa três adultos e uma criança de quatro anos (menino). Foram momentos de desespero, correria e muito medo. Graças a Deus, ninguém se machucou, mas tudo o que eles tinham foi consumido pelas chamas”, conta a nossa ex-funcionária.

Ainda conforme o relato de Vanessa, a sua mãe, Dona Anair Aparecida de Paula, saiu apenas com a roupa do corpo. Na casa moravam Dona Anair, o filho com a esposa e um neto de quatro anos. Nos fundos, a sobrinha, ex-companheira do principal suspeito.
“Na hora conseguiram retirar alguns eletrodomésticos, mas os móveis, roupas, documentos, utensílios de cozinha, itens pessoais…tudo virou cinzas”, relata com a tristeza.
“Esses últimos dias têm sido muito difíceis. Estamos reconstruindo aos poucos com a ajuda de algumas doações que já recebemos — e somos muito gratos por isso. Mas faltam itens essenciais e um lar para eles morar”
Vanessa Haas, ex-funcionária do A Hora
Como ajudar
Vanessa criou uma Vaquinha Online para ajudar a mãe e os demais familiares a recomeçar, praticamente do zero. “É por isso criamos esta vaquinha. Mesmo que você só possa doar R$ 5 ou R$ 10, já faz muita diferença. Não existe valor pequeno quando muitas pessoas se unem. Vou deixar o PIX da minha mãe, caso alguém prefira, visto que nessa plataforma o valor final terá uma taxa descontada”.
PIX: 47996598581 – ANAIR
VAQUINHA: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/juntos-pela-casa-da-minha-mae
Incêndio pode ter sido criminoso
Mesmo com uma medida protetiva e o Botão do Pânico (aplicativo PMSC Cidadão, disponível para as mulheres vítimas de violência doméstica) não foram o suficiente para conter a suposta ira do homem que não aceitava o fim de um relacionamento com a sobrinha de Dona Anair.
O principal suspeito segue foragido. Segundo relatos de familiares, o homem vivia a ameaçando a ex-companheira e rondava a casa diariamente. A Polícia Civil da cidade segue investigando o caso.









